RSS

Monthly Archives: October 2017

De volta para Reykjavik

Neste dia, voltaríamos para Reykjavik, pois dormiríamos por lá. Como ainda teríamos mais um dia, resolvemos desviar o caminho, e passear por mais um dos infindáveis campos de lava, com rios feitos com água de degelo. Posso dizer que são realmente bonitos, principalmente pela cor da água.

DSC05884

Cor da água!!

Continuamos a dirigir na direção de mais um glaciar, desta vez o Langjökull. A estradinha serpenteia pelos campos de lava, em direção ao glaciar. Quase não cruzamos com outros carros. Onde estão os turistas? Será que não vale à pena visitar?

DSC05893

Até que chegamos na beira do Glaciar. Nós e mais uma meia dúzia de carros. Vazio! Que pena, o local é bem grandioso. Uma imensidão de gelo. Só de pensar a quanto tempo aquele gelo está ali. Estávamos no verão, não ia derreter.

DSC05898

Glaciar de Langjökull

DSC05904

Vai um passeio nessas snow bikes?

Depois mais paradas para fotos, com paisagens bem diferentes. Colírio para os olhos de qualquer um. Detalhe : só pra nós, mais ninguém.

DSC05914

Paisagem semi lunar

Estávamos à uns 50 kms de Reykjavik, e estava na hora de voltarmos. Chegamos no final da tarde, o que é maneira de dizer, pois a tarde não acabava até as 2 da manhã. Fomos para o hostel, tomamos banho e saímos para comer no Centro, já que o hostel não disponibilizava cozinha. Foi bom jantarmos fora pelo menos uma vez. Partimos para o Centro, do qual já estávamos familiarizados.

DSC05917

Centro de Reykjavik no sábado happy hour

Movimento no Centro em um sábado final da tarde era mais ou menos isso. Pouca gente, a maioria turistas. Nada de aglomerações. Meio decepcionante. Comemos uma pizza, caminhamos pelo calçadão e ficou nisso. Hora de ir pra cama.

 

 

 

 

 

 

 

Advertisements
 
Leave a comment

Posted by on October 25, 2017 in Iceland, Islândia

 

Tags:

Oeste da Islândia

Este dia foi dedicado à um longo passeio de carro pelo oeste da Islândia. Trata-se da península de Snæfellsnes, que é composta por uma cadeia de montanhas no meio, então ao redor dela a paisagem é muito parecida, com montanhas de um lado e o mar do outro. Cidades mínimas. No mapa oficial do país, as maiores, com letras maiúsculas, têm menos de 1.000 habitantes.

O começo foi perto do hostel, e de cara vimos uma queda d’água, e uma igreja negra, lindíssima, quanto mais com a paisagem ao fundo. Realmente a simplicidade da igreja, o tamanho diminuto, junto com o visual pra qualquer lado, fez dali uma parada especial.

DSC05817

Parada para foto

DSC05818

Black church

DSC05827

Linda!

As nuvens logo esconderam as montanhas, então decidimos cruzar para o lado norte da península direto para as cidades principais deste lado, ao invés de contorná-la, já que a atração principal deste contorno seria um vulcão, que estava escondido pelas nuvens.

Logo chegamos à Hellissandur. Foi um importante centro pesqueiro, hoje tem 535 habitantes. O Censo anual deve ser feito em minutos. A paisagem imponente impressiona mais do que a cidade.

DSC05833

Hellissandur Rif

À menos de 10 kms de Hellissandur, no sentido leste, fica Ólafsvik. Esta cidade é mais colorida, e quase duas vezes o tamanho de Hellissandur, istoé, tem 1.010 habitantes. Foi nos séculos 17th e 18th um dos principais centros de comércio entre a Islândia e a Dinamarca.

DSC05834

Ólafsvikur – downtown

DSC05838

Parada para guloseimas islandesas

DSC05839

Vamos ficar atentos para as informações locais

Dali partimos para Stykkishólmur, que fica à 64 kms de distância. Várias paradas para fotos no caminho, mais quedas d’águas, e paisagens deslumbrantes. Não podíamos reclamar do tempo um pouco nublado, já estávamos no lucro, dia todo sem chuva.

 

DSC05848

Mais uma parada para foto

DSC05852

Fabricio admirando o campo de lava

Finalmente chegamos à Stykkishólmur. A cidade tem menos de 1.200 habitantes, mas tem uma particularidade em relação às outras : ela tem um rochedo com um farol no topo, e de lá tem-se uma vista privilegiada do mar, da enseada, e da própria cidade.

Claro que se estudando a história da cidade, descobre-se que ela começou a desfrutar da sua localização estratégica desde o século 16th, e até hoje tem sua importância. De lá também partem os ferries para a área chamada Westfjords, que são os fiordes localizados na parte mais noroeste da Islândia. Lá é bem ermo mesmo, e não há muitas estradas. Os turistas precisam ser verdadeiros guerreiros, além de ter muito tempo, para se visitar aquela área do país. Tanto que tem mais tempo, usualmente se contenta em dar a volta na Islândia utilizando a Ring Road. Mas na verdade, esta estrada não vai até os Westfjords.

DSC05861

Marina de Stykkishólmur

DSC05860

Trio caipira no farol

DSC05855

Vista do farol

Voltamos para nosso hostel no final da tarde, e como escurecia muito tarde, resolvemos aproveitar a praia em frente ao hostel. Pela foto abaixo, dá para imaginar o que seja “aproveitar uma tarde de verão em uma praia na Islândia”.

DSC05873

Assim é a praia no verão islandês

DSC05875

Vista do albergue, da praia

 
Leave a comment

Posted by on October 11, 2017 in Iceland, Islândia

 

Golden Circle

Depois de passearmos na direção leste do país, voltamos na direção da Reykjavik, e fomos visitar o famoso Golden Circle. O Golden Circle nada mais é que 3 atrações que ficam próximas entre si, e costuma ser um tour de 1 dia para quem fica em Reykjavik.

O primeiro que visitamos foi Gulfoss. Uma cachoeira em 2 níveis, em um cenário típico islandês, dentro de um campo de lava. Dizem que a atratividade de Gulfoss depende das condições climáticas, e claro, do fluxo da água. O que posso dizer é que o fluxo estava forte, o tempo meio fechado, o que para a Islândia significa bom, e o visual foi altamente recompensador. Porém, em um dia de sol, com mais água, talvez ficasse mais bonito. Infelizmente vou ficar sem esta resposta. mas vi na lojinha de souvenir um cartão postal com uma foto de Gulfoss coberta de neve. Maravilhoso.

DSC05782

Gulfoss

DSC05785

Gulfoss

O segundo foi Geysir. Foi por causa deste lugar é que o nome gêiser foi dado a todos os outros lugares onde há águas termais que se desprendem do solo. Em Geysir, o spray subia até 80 metros de altura, um prédio de 23 andares. Mas como muitos turistas jogavam pedras dentro das fendas, consequentemente este efeito quase acabou, diminuindo muito a altura dos sprays. Bem perto dali, fica Stokkur, onde os sprays sobem até 30 metros, e hoje se transformou no principal ponto de observação dos sprays. O bom é que não demora muito entre um spray e outro, mas sempre fica um suspense, pois ninguém sabe ao certo o intervalo entre e outro. O intervalo máximo é de 6 minutos entre um spray e outro. Para filmar o spray, a dica é começar a filmar, parar, começar de novo, e assim por diante, para que quando o spray acontecer, o filme não fique muito longo. Claro que depois de 5 sprays, temos a sensação de que já está visto, e partimos para a próxima atração.

DSC05798

Spray

DSC05787

Aguardando o spray

DSC05791

Spray de perto

O terceiro e último é Pingvellir. Ali fica o primeiro Parque Nacional da Islândia, e também o primeiro parlamento democrático do mundo, no ano de 930. Hoje não passa de uma casinha branca, sem muitos atrativos, já que o parlamento foi transferido para Reykjavik há 2 séculos.. O que leva mesmo a galera à visitar a região é a enorme fenda que separa as placas tectônicas norte americana e eurasiana.

DSC05808

Primeiro parlamento democrático do mundo

DSC05805

De um lado, a placa eurasiana, do outro a norte americana

DSC05804

Claro que virou atração turísitica

Depois destas 3 visitas, tomamos o rumo noroeste. Passamos por um longo túnel por baixo de um fiorde. O Túnel de Hvalfjörður tem 6 kms de comprimento, mas o interessante é que desce à uma profundidade de 165m abaixo do nível do mar. É muito interessante.

Dirigimos quase 200 kms até a Guesthouse Hof. Ela fica em uma península no noroeste da Islândia, confesso que foi o lugar mais ermo que eu já fiquei, não há nada à quilômetros de distância. Detalhe : iríamos ficar 2 noites ali.

Não dá para dizer o nome do vilarejo, pois não há vilarejo, somente a guesthouse. mas confesso que adorei, relaxamos na jacuzzi e fizemos um belo jantar. Fora o friozinho noturno, mesmo no verão.

Foi um dia longo, mas bem proveitoso. O tempo não ajudou muito, mas não atrapalhou, pois nas visitas não choveu, pelo menos.

DSC05812

Guesthouse Hof

DSC05876

Eu e Fabricio relaxando após um longo dia

 

 
Leave a comment

Posted by on October 5, 2017 in Iceland, Islândia

 

Tags: