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Category Archives: Islândia

Oeste da Islândia

Este dia foi dedicado à um longo passeio de carro pelo oeste da Islândia. Trata-se da península de Snæfellsnes, que é composta por uma cadeia de montanhas no meio, então ao redor dela a paisagem é muito parecida, com montanhas de um lado e o mar do outro. Cidades mínimas. No mapa oficial do país, as maiores, com letras maiúsculas, têm menos de 1.000 habitantes.

O começo foi perto do hostel, e de cara vimos uma queda d’água, e uma igreja negra, lindíssima, quanto mais com a paisagem ao fundo. Realmente a simplicidade da igreja, o tamanho diminuto, junto com o visual pra qualquer lado, fez dali uma parada especial.

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Parada para foto

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Black church

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Linda!

As nuvens logo esconderam as montanhas, então decidimos cruzar para o lado norte da península direto para as cidades principais deste lado, ao invés de contorná-la, já que a atração principal deste contorno seria um vulcão, que estava escondido pelas nuvens.

Logo chegamos à Hellissandur. Foi um importante centro pesqueiro, hoje tem 535 habitantes. O Censo anual deve ser feito em minutos. A paisagem imponente impressiona mais do que a cidade.

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Hellissandur Rif

À menos de 10 kms de Hellissandur, no sentido leste, fica Ólafsvik. Esta cidade é mais colorida, e quase duas vezes o tamanho de Hellissandur, istoé, tem 1.010 habitantes. Foi nos séculos 17th e 18th um dos principais centros de comércio entre a Islândia e a Dinamarca.

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Ólafsvikur – downtown

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Parada para guloseimas islandesas

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Vamos ficar atentos para as informações locais

Dali partimos para Stykkishólmur, que fica à 64 kms de distância. Várias paradas para fotos no caminho, mais quedas d’águas, e paisagens deslumbrantes. Não podíamos reclamar do tempo um pouco nublado, já estávamos no lucro, dia todo sem chuva.

 

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Mais uma parada para foto

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Fabricio admirando o campo de lava

Finalmente chegamos à Stykkishólmur. A cidade tem menos de 1.200 habitantes, mas tem uma particularidade em relação às outras : ela tem um rochedo com um farol no topo, e de lá tem-se uma vista privilegiada do mar, da enseada, e da própria cidade.

Claro que se estudando a história da cidade, descobre-se que ela começou a desfrutar da sua localização estratégica desde o século 16th, e até hoje tem sua importância. De lá também partem os ferries para a área chamada Westfjords, que são os fiordes localizados na parte mais noroeste da Islândia. Lá é bem ermo mesmo, e não há muitas estradas. Os turistas precisam ser verdadeiros guerreiros, além de ter muito tempo, para se visitar aquela área do país. Tanto que tem mais tempo, usualmente se contenta em dar a volta na Islândia utilizando a Ring Road. Mas na verdade, esta estrada não vai até os Westfjords.

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Marina de Stykkishólmur

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Trio caipira no farol

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Vista do farol

Voltamos para nosso hostel no final da tarde, e como escurecia muito tarde, resolvemos aproveitar a praia em frente ao hostel. Pela foto abaixo, dá para imaginar o que seja “aproveitar uma tarde de verão em uma praia na Islândia”.

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Assim é a praia no verão islandês

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Vista do albergue, da praia

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Posted by on October 11, 2017 in Iceland, Islândia

 

Golden Circle

Depois de passearmos na direção leste do país, voltamos na direção da Reykjavik, e fomos visitar o famoso Golden Circle. O Golden Circle nada mais é que 3 atrações que ficam próximas entre si, e costuma ser um tour de 1 dia para quem fica em Reykjavik.

O primeiro que visitamos foi Gulfoss. Uma cachoeira em 2 níveis, em um cenário típico islandês, dentro de um campo de lava. Dizem que a atratividade de Gulfoss depende das condições climáticas, e claro, do fluxo da água. O que posso dizer é que o fluxo estava forte, o tempo meio fechado, o que para a Islândia significa bom, e o visual foi altamente recompensador. Porém, em um dia de sol, com mais água, talvez ficasse mais bonito. Infelizmente vou ficar sem esta resposta. mas vi na lojinha de souvenir um cartão postal com uma foto de Gulfoss coberta de neve. Maravilhoso.

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Gulfoss

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Gulfoss

O segundo foi Geysir. Foi por causa deste lugar é que o nome gêiser foi dado a todos os outros lugares onde há águas termais que se desprendem do solo. Em Geysir, o spray subia até 80 metros de altura, um prédio de 23 andares. Mas como muitos turistas jogavam pedras dentro das fendas, consequentemente este efeito quase acabou, diminuindo muito a altura dos sprays. Bem perto dali, fica Stokkur, onde os sprays sobem até 30 metros, e hoje se transformou no principal ponto de observação dos sprays. O bom é que não demora muito entre um spray e outro, mas sempre fica um suspense, pois ninguém sabe ao certo o intervalo entre e outro. O intervalo máximo é de 6 minutos entre um spray e outro. Para filmar o spray, a dica é começar a filmar, parar, começar de novo, e assim por diante, para que quando o spray acontecer, o filme não fique muito longo. Claro que depois de 5 sprays, temos a sensação de que já está visto, e partimos para a próxima atração.

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Spray

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Aguardando o spray

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Spray de perto

O terceiro e último é Pingvellir. Ali fica o primeiro Parque Nacional da Islândia, e também o primeiro parlamento democrático do mundo, no ano de 930. Hoje não passa de uma casinha branca, sem muitos atrativos, já que o parlamento foi transferido para Reykjavik há 2 séculos.. O que leva mesmo a galera à visitar a região é a enorme fenda que separa as placas tectônicas norte americana e eurasiana.

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Primeiro parlamento democrático do mundo

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De um lado, a placa eurasiana, do outro a norte americana

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Claro que virou atração turísitica

Depois destas 3 visitas, tomamos o rumo noroeste. Passamos por um longo túnel por baixo de um fiorde. O Túnel de Hvalfjörður tem 6 kms de comprimento, mas o interessante é que desce à uma profundidade de 165m abaixo do nível do mar. É muito interessante.

Dirigimos quase 200 kms até a Guesthouse Hof. Ela fica em uma península no noroeste da Islândia, confesso que foi o lugar mais ermo que eu já fiquei, não há nada à quilômetros de distância. Detalhe : iríamos ficar 2 noites ali.

Não dá para dizer o nome do vilarejo, pois não há vilarejo, somente a guesthouse. mas confesso que adorei, relaxamos na jacuzzi e fizemos um belo jantar. Fora o friozinho noturno, mesmo no verão.

Foi um dia longo, mas bem proveitoso. O tempo não ajudou muito, mas não atrapalhou, pois nas visitas não choveu, pelo menos.

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Guesthouse Hof

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Eu e Fabricio relaxando após um longo dia

 

 
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Posted by on October 5, 2017 in Iceland, Islândia

 

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Natureza exuberante

Depois de uma bela noite de sono, mais um dia de estrada pela frente. Como íamos ter que dormir no mesmo lugar na próxima noite, decidimos então estender nosso roteiro para p leste, passando pelos mesmos lugares que tínhamos estado na véspera, mas indo uns 200 kms à frente, a fim de visitar a Geleira de Vatnajokull. Muito distante, mas pelas fotos parecia ser uma atração importante na Islândia.

No caminho passamos de novo na estrada da véspera, mas desta vez com um tempo bom, céu azul, então deu para tirar mais fotos no caminho.

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Passamos por Vik, uma cidade que no mapa parece importante, mas que na verdade tem apenas 318 habitantes. Como pode? No meio do nada, mas tem posto de combustível, banco, escola e supermercado. A cidade é um brinco, mas a cruzamos em menos de um minuto. Parece piada, mas não é.

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A grande cidade de Vik

Mais adiante, o tempo fechou completamente, começou a chover, mal dava pra ver alguns metros adiante. Chegamos a nos arrepender de ter dirigido por tanto tempo, e quase voltamos. Mas decidimos ir em frente, já que ainda faltavam uns 50 kms, e na Islândia tudo muda muito rapidamente.Estávamos diante de uma geleira, e mesmo com o tempo fechado já valia à pena o visual.

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Geleira Vatnajokull, o primeiro pedaço dela

Foi a melhor decisão, de termos continuado em frente. O tempo logo abriu de novo, o céu ficou azul, sem nuvens, e o dia que pintava ser perdido passou a ser super promissor.

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Geleira Vatnajokull, agora com o tempo abrindo

De repente, chegamos à tal Geleira Vatnajokull. Uma obra prima da natureza. Uma geleira ao fundo, um lago de água de degelo, com alguns grandes blocos de gelo, uma paisagem de tirar o fôlego. Paramos o carro, e tiramos dezenas de fotos, nós e mais algumas dezenas de turistas.

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Lago da Geleira Vatnajokull

O que não sabíamos é que alguns poucos quilômetros à frente havia um lugar muito mais bonito, especial para uma parada. O local onde o lago desembocava no mar, uma mistura de paisagens difícil de descrever, algo que eu nem imaginava que podia existir. Claro que lá havia dezenas de carros, dezenas de ônibus, com muitos turistas. Mesmo assim, não era uma multidão, não chegava à incomodar. Mas era o point mais especial daquela região da Islândia. Como nós quase perdemos a chance de apreciar esta visão do paraíso? Se nós tiramos dezenas de fotos, imagina o Fabricio, fotógrafo de mão cheia, que fez a festa.

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Saída do lago para o mar

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Visual da saída do lago

Depois desta overdose de visuais maneiríssimos, voltamos, curtindo mais visuais. Impressionante é que dá vontade de ficar tirando fotos de tudo, e depois você se dá conta que tirou várias fotos do lugar que já tinha passado no dia anterior, mas não dá para racionalizar e não parar e nem tirar as fotos repetidas. Afinal, quem vai para a Islãndia, está atrás é disto mesmo.

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Estrada com maxi visual

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Isso é Islândia

Finalmente para em outro local muito visitado, que é Dyrholaey, uma praia de areia preta, com umas rochas dentro do mar, uma mini caverna, enfim, um pacote de coisas para mais fotos. Estava ventando um pouco, e a sensação térmica era de uns 7 ou 8 graus, em pleno verão!

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Dyrholaey, a praia de areia preta

Mais uma parada para mais fotos, sem comentários, pois o visual fala por si.

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Vista de Dirholaey de longe

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Visual das rochas no mar

Finalmente voltamos para a mesma guesthouse, já quase às 9 da noite, ou tarde, pois estava claro. Mais um jantar, com cervejas, e um bom sono.

 
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Posted by on August 13, 2017 in Iceland, Islândia

 

Cachoeiras belíssimas

Quem fez a programação do roteiro na Islândia fui eu, e realmente não tinha certeza do  que iríamos encontrar em termos de tempo e condições das estradas. As estradas têm cancelas, isto é, quando as condições do tempo são adversas, elas simplesmente fecham. Nem o motorista querendo encarar, ele consegue. Por isso que os blogs todos recomendam deixar tempo extra no roteiro, para estes inconvenientes, que acabaram não acontecendo conosco.

Também não queríamos mudar de local de dormir diariamente, pois é desgatante, e por ser quase alta estação, decidimos reservar 2 noites nas próximas 2 guesthouses. A primeira ficava à uns 150 kms de Keykjavik. Mas como as estradas estavam boas, e  sem problemas com o tempo, conseguimos ver muita coisa neste segundo dia.

Na verdade, o tempo estava frio, meio nublado, mas considerando que estávamos na Islândia, achamos que era lucro. E era mesmo. Seguimos pelas estradas que logo se transformaram em estradas de 2 pistas, mão e contramão, mas muito bem conservadas. Escolhemos a direção sul e leste, na estrada que contorna o país.

No caminho paramos primeiro na Seljalandsfoss, um conjunto de 3 quedas d’água, muito bonitas.

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Esta é a estrada principal do país

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Seljalansdsfoss

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Belíssima

Logo chegamos em frente ao famoso vulcão Eyjafjallajokull, que entrou em erupção em 2010, e causou um caos no tráfego aéreo da Europa. Claro que fizeram um mini museu bem em frente dele, as pessoas param para tirar fotos, mas na verdade a paisagem ao redor é muito mais bonita do que o dito cujo.

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Eyjafjallajokull

Depois dirigimos mais um pouco até Skogafoss, uma cachoeira mais bonita e grandiosa. Nessa havia uma escadaria que permitia subir no morro e ver a cachoeira lá de cima, e ainda caminhar mais centenas de metros para o interior, costeando o rio, apreciando outras queda de água menores, e finalmente, quando o tempo abriu um pouco, a geleira de Myrdalsjokull atrás. Uma maravilha de paisagem. Só fotos mesmo para dar uma ideia.

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Skogafoss

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Vista lá de cima

Havia muitos turistas nestes locais todos, mas nada que tornasse a visita desconfortável. Quase todos tinham seus veículos, como nós, e também havia alguns ônibus de excursão, mas estes eram minorias.  Ficamos imaginando fazer este tour com um ônibus, não seria nem um pouco legal, já que parávamos várias vezes para tirar fotos. Os cenários eram deslumbrantes.

Tivemos que retornar uns 80 kms para nossa guesthouse, que também era no meio do nada. Os vilarejos maiores da região tinham em torno de 1.000 habitantes, então dá para ter uma ideia do que estou falando? Chegando lá, o Fabricio mais uma vez nos proporcionou um belo jantar. Tomamos umas cervejas na varanda, e fomos dormir. Só para esclarecer : não vimos a noite cair, pois até meia noite o céu estava claro. Depois descobrimos que a noite acontecia da 1 até às 3:30 da madrugada.

 

 
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Posted by on August 3, 2017 in Iceland, Islândia

 

Islândia – a ilha dos vulcões – chegada

Primeiro peguei um voo de Malta, pelada Ryanair até Londres, e lá encontrei o Leo e o Fabricio (quem mais poderia ser?). Cheguei no final da tarde, e nosso voo para Reykjavik seria no dia seguinte às 6:20 da manhã. Claro que nem valia à pena irmos para um hotel, então decidimos rodar por Londres até tarde da noite e depois pegar o trem para Gatwick, de onde partiria nosso voo.

Claro que chegamos em Reyjkjavik quebrados. Alugamos uma carro no aeroporto e fomos para a guesthouse, que ficava perto do aeroporto e da Bleu Lagoon, a mais visitada atração turística da Islândia. O problema é que só conseguimos vaga para visitar a Blue Lagoon no último dia, às 9 da noite, pois não pensávamos que estaria assim tão cheia. Na verdade, bobeamos, pois deverímos ter feito esta reserva bem antes, não em cima da hora. Na guesthouse, nos mandaram de volta pra rua, pois só abriria às 4 da tarde. Então foi um dia que teríamos que achar algo para fazer, e o mais conveniente seria ir para a capital Rejkjavik, que fica à uns 50 kms dali.

A primeira impressão da cidade não foi muito estimulante. A cidade é pequena, tem cerca de 120.000 habitantes, mais de um terço da população do país inteiro. Bem pacata, como deveria ser uma cidade deste porte, só não mais pacata pelos turistas, que não são muitos, mas proporcionalmente fazem a diferença. O centro é bem arrumadinho, na beira do cais, mas fazia frio, e estávamos mortos. Então depois de algumas voltas pelo centro, resolvemos partir pra guesthouse. Deu tempo par visitar a igreja de concreto, a atração mais visitada da capital. Por fora achei bem sem graça, mas por dentro é bem legal.

Antes passamos no mercado, pois decidimos que iríamos comprar comida e cozinhar, para não irmos à falência comendo em restaurantes caros, ou ter que ficar comendo somente sanduíches. O Fabricio nos presenteou com sua técnica culinária, e eu e o Leo fizemos somente o possível : lavamos os pratos e as panelas. A guesthouse ficava em um lugar meio ermo, na beira do mar, parecia escolhida à dedo como cartão de visitas deste país.

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Centro de Reykjavik

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Não muito cheio, não é?

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Esta igreja de concreto é a maior atração de Reykjavik

 
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Posted by on July 31, 2017 in Iceland, Islândia

 

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Próxima Parada : Islândia

Estive no Equador em fevereiro por uma semana, e agora está chegando a hora das minhas férias oficiais, de 3 semanas. A deliciosa dúvida de sempre : para onde? Normalmente eu me divido entra África, Ásia, América Latina, ou outro local menos desenvolvido, pois são nestes que a gente encontra as pessoas mais simpáticas, receptivas, incluo aí principalmente os locais, mas também os turistas.

Só que desta vez eu tenho um compromisso que eu não quero perder. Faz 25 anos da minha formatura no MBA que fiz na Bélgica, e boa parte da turma que está espalhada por vários continentes vai se encontrar por lá no início de julho. Imperdível. Então meu tour vai terminar na Bélgica. Faltava decidir por onde começar.

A Islândia sempre esteve na minha lista de lugares a conhecer, mas nunca com muita prioridade, talvez pela distância, sei lá. Agora a ficha caiu, e chegou a hora. O Fabricio imediatamente disse que estava dentro, e que iria para uma viagem de trabalho para o Reino Unido. Prefeito! Nos encontraremos em Londres, e pegaremos um voo barato para a Islândia. Quanto ao Leo, não preciso nem dizer que estaria dentro. Então já dava para alugar um carro por uma semana e traçar um roteiro dentro do país.

Só que entre a data de liberação do Fabricio, somando 1 semana na Islândia, ainda sobravam 4 dias livres. O que fazer? Claro, conhecer algum país interessante e diferente. Pesquisei os voos baratos que saem de Londres, e que voltam para a Bélgica, e concluí que o Chipre seria o destino seguinte.

Por ser alta estação, tivemos que reservar hostels antecipadamente, e alugar os carros (na Islândia e no Chipre) também.

Como tenho 3 semanas, e sobrou 1 semana, vou visitar meu amigo Marcos em Barcelona antes, e depois meu amigo Phil em Malta, onde já estive 2 vezes, e é um lugar sensacional.

O fechamento da viagem será em Leuven, na Bélgica, onde comemoro 25 anos de formado na MBA, com meus amigos de toda a parte do mundo.

Malas prontas, embarcando para mais uma.