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Tag Archives: Reykjavik

Último dia e Blue Lagoon

Bem, começamos o dia voltando pro Centro de Reykjavik, já que dali iríamos voltar para o hostel onde dormimos na 1a noite, perto do aeroporto. De lá iríamos visitar a Blue Lagoon, no último horário, dormir acordar muito cedo e ir para o aeroporto.

Como havia escrito antes, o tempo na Islândia é muito incerto, e pode fazer você ficar preso em algum lugar por horas, ou até um dia inteiro. Por isso, quando planejamos a viagem, deixei uma folga em cada lugar, e quase que um dia extra no fim da viagem. Como não precisamos desta folga, e nem do dia extra, ali estávamos, com um dia inteiro livre. A ideia era também visitar o Blue Lagoon depois do almoço, mas por desconhecimento ou desleixo total, não tinha feito reserva até a véspera da viagem, quando o Fabrício me alertou que precisávamos reservar. Daí ele fez a reserva, e pegou as últimas vagas disponíveis, com entrada às 21:30. Acabou nos dando mais tempo livre ainda.

Bem, voltamos ao Centro, primeiro para buscar provar a tal carne podre de tubarão. A explicação abaixo eu peguei da Wikipedia, pois não conseguiria explicar melhor :

“O tubarão utilizado, o tubarão-da-groenlândia, é, em si, venenoso, quando se encontra fresco, produzindo efeitos semelhantes a uma embriaguez extrema, devido a uma concentração elevada de ácido úrico. Mas, pode ser consumido após cozedura em várias águas ou após ser enterrado para putrefacção durante vários meses, sendo exposto a vários ciclos de congelamento e descongelamento.

Possui um cheiro intenso de amoníaco, não muito diferente de muitos produtos de limpeza. É normalmente servido em cubos com um palito e consumido acompanhado por cálices da aguardente local, denominada brennivín. O consumo de hákarl é frequentemente associado a robustez e força.

Trata-se em parte de um alimento de gosto adquirido, que necessita de algum tempo para a habituação. Aconselha-se aos principiantes que tapem o nariz ao tentarem ingerir o primeiro pedaço, de forma a evitarem o surgimento de vómitos, devido ao odor intenso.

Pode possuir uma cor avermelhada ou branca. O hákarl, em especial a variedade vermelha, é considerado de digestão fácil para pessoas com úlceras.”

Bem, não preciso nem dizer que a foto abaixo foi tomada com esta iguaria dentro da minha boca, e eu fiz essa cara de quem está comendo e gostando, mas na verdade eu fingi muito bem, pois o troço fede muito e é muito ruim. Isso aconteceu em um mercado no Centro, onde havia barracas que vendiam de tudo, quase um mercado das pulgas.

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Provando um hákarl em Rejkjavik

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Mercado das pulgas

Depois de visitar o mercado, caminhamos pelo Centro, desta vez com um tempo surpreendentemente bom, céu azul, um domingo típico de verão islandês. Muitos turistas nas ruas, o que significa nada de aglomeração. Posso dizer que foi muito agradável. Passeamos, tiramos várias fotos, enfim curtimos o local pela última vez.

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Estátua bem diferente

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Até ela está animada com a chegada do verão

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Mapa da Islândia em 3D

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Casas típicas islandesas

Fomos ao porto, ver os barcos, e a vista. Havia muitos barcos de turistas que vão ver baleias, mas esse é um passeio que não faz meu gênero, pois enjoo muito.

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Porto de Reykjavik

Depois uma caminhada final, quando eu tive que provar o famoso hot-dog islandês, que na verdade não é tão especial assim.

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Tinha que provar também o famoso hot-dog

Fomos para o nosso hostel, descansamos, comemos e partimos para o Blue Lagoon.

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Entrada do Blue Lagoon

Desculpem a preguiça, mas aí vai a descrição do Blue Lagoon :

“Esta não é a única “piscina natural” de águas azuis leitosas de lama de sílica da Islândia, há algumas espalhadas pelo país, todas aquecidas por centrais geotérmicas. Mas os campos de lava que rodeiam a Blue Lagoon e as chaminés da central de Svartsengi fazem dela um sítio quase doutro planeta.

A Blue Lagoon é um Spa de alta qualidade e muito bonito, onde se podem fazer tratamentos que se devem reservar com alguns dias de antecedência. Quem estiver de viagem à Islândia, vai poder tomar banho nas águas, receber uma “massagem” nas costas da cascata, fazer banho turco ou sauna. Também há um bar mesmo dentro de água onde pode tomar uma bebida e é possível receber uma massagem (paga) duma massagista mais gentil do que a cascata.

A água aquecida é rica em algas azul-esverdeadas, sais minerais e lama de sílica muito fina e branca com que deve “pintar” a cara para ficar com a pele esfoliada e tão suave como o rabinho dum bebê.”

O local é bem turístico mesmo, mas muito bem organizado. Eu até achei que estaria mais cheio, pela dificuldade de reservar. Mas não estava muito cheio não. Como era verão na Islândia, e não escurecia até depois da meia-noite, deu pra aproveitar na luz do sol. mas depois de uma hora ou uma hora e meia, já estava visto e voltamos pro hostel para dormir um pouco, antes de partirmos da Islândia.

 

 

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Posted by on November 6, 2017 in Iceland, Islândia

 

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De volta para Reykjavik

Neste dia, voltaríamos para Reykjavik, pois dormiríamos por lá. Como ainda teríamos mais um dia, resolvemos desviar o caminho, e passear por mais um dos infindáveis campos de lava, com rios feitos com água de degelo. Posso dizer que são realmente bonitos, principalmente pela cor da água.

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Cor da água!!

Continuamos a dirigir na direção de mais um glaciar, desta vez o Langjökull. A estradinha serpenteia pelos campos de lava, em direção ao glaciar. Quase não cruzamos com outros carros. Onde estão os turistas? Será que não vale à pena visitar?

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Até que chegamos na beira do Glaciar. Nós e mais uma meia dúzia de carros. Vazio! Que pena, o local é bem grandioso. Uma imensidão de gelo. Só de pensar a quanto tempo aquele gelo está ali. Estávamos no verão, não ia derreter.

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Glaciar de Langjökull

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Vai um passeio nessas snow bikes?

Depois mais paradas para fotos, com paisagens bem diferentes. Colírio para os olhos de qualquer um. Detalhe : só pra nós, mais ninguém.

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Paisagem semi lunar

Estávamos à uns 50 kms de Reykjavik, e estava na hora de voltarmos. Chegamos no final da tarde, o que é maneira de dizer, pois a tarde não acabava até as 2 da manhã. Fomos para o hostel, tomamos banho e saímos para comer no Centro, já que o hostel não disponibilizava cozinha. Foi bom jantarmos fora pelo menos uma vez. Partimos para o Centro, do qual já estávamos familiarizados.

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Centro de Reykjavik no sábado happy hour

Movimento no Centro em um sábado final da tarde era mais ou menos isso. Pouca gente, a maioria turistas. Nada de aglomerações. Meio decepcionante. Comemos uma pizza, caminhamos pelo calçadão e ficou nisso. Hora de ir pra cama.

 

 

 

 

 

 

 

 
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Posted by on October 25, 2017 in Iceland, Islândia

 

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Islândia – a ilha dos vulcões – chegada

Primeiro peguei um voo de Malta, pelada Ryanair até Londres, e lá encontrei o Leo e o Fabricio (quem mais poderia ser?). Cheguei no final da tarde, e nosso voo para Reykjavik seria no dia seguinte às 6:20 da manhã. Claro que nem valia à pena irmos para um hotel, então decidimos rodar por Londres até tarde da noite e depois pegar o trem para Gatwick, de onde partiria nosso voo.

Claro que chegamos em Reyjkjavik quebrados. Alugamos uma carro no aeroporto e fomos para a guesthouse, que ficava perto do aeroporto e da Bleu Lagoon, a mais visitada atração turística da Islândia. O problema é que só conseguimos vaga para visitar a Blue Lagoon no último dia, às 9 da noite, pois não pensávamos que estaria assim tão cheia. Na verdade, bobeamos, pois deverímos ter feito esta reserva bem antes, não em cima da hora. Na guesthouse, nos mandaram de volta pra rua, pois só abriria às 4 da tarde. Então foi um dia que teríamos que achar algo para fazer, e o mais conveniente seria ir para a capital Rejkjavik, que fica à uns 50 kms dali.

A primeira impressão da cidade não foi muito estimulante. A cidade é pequena, tem cerca de 120.000 habitantes, mais de um terço da população do país inteiro. Bem pacata, como deveria ser uma cidade deste porte, só não mais pacata pelos turistas, que não são muitos, mas proporcionalmente fazem a diferença. O centro é bem arrumadinho, na beira do cais, mas fazia frio, e estávamos mortos. Então depois de algumas voltas pelo centro, resolvemos partir pra guesthouse. Deu tempo par visitar a igreja de concreto, a atração mais visitada da capital. Por fora achei bem sem graça, mas por dentro é bem legal.

Antes passamos no mercado, pois decidimos que iríamos comprar comida e cozinhar, para não irmos à falência comendo em restaurantes caros, ou ter que ficar comendo somente sanduíches. O Fabricio nos presenteou com sua técnica culinária, e eu e o Leo fizemos somente o possível : lavamos os pratos e as panelas. A guesthouse ficava em um lugar meio ermo, na beira do mar, parecia escolhida à dedo como cartão de visitas deste país.

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Centro de Reykjavik

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Não muito cheio, não é?

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Esta igreja de concreto é a maior atração de Reykjavik

 
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Posted by on July 31, 2017 in Iceland, Islândia

 

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