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Islândia – a ilha dos vulcões – chegada

Primeiro peguei um voo de Malta, pelada Ryanair até Londres, e lá encontrei o Leo e o Fabricio (quem mais poderia ser?). Cheguei no final da tarde, e nosso voo para Reykjavik seria no dia seguinte às 6:20 da manhã. Claro que nem valia à pena irmos para um hotel, então decidimos rodar por Londres até tarde da noite e depois pegar o trem para Gatwick, de onde partiria nosso voo.

Claro que chegamos em Reyjkjavik quebrados. Alugamos uma carro no aeroporto e fomos para a guesthouse, que ficava perto do aeroporto e da Bleu Lagoon, a mais visitada atração turística da Islândia. O problema é que só conseguimos vaga para visitar a Blue Lagoon no último dia, às 9 da noite, pois não pensávamos que estaria assim tão cheia. Na verdade, bobeamos, pois deverímos ter feito esta reserva bem antes, não em cima da hora. Na guesthouse, nos mandaram de volta pra rua, pois só abriria às 4 da tarde. Então foi um dia que teríamos que achar algo para fazer, e o mais conveniente seria ir para a capital Rejkjavik, que fica à uns 50 kms dali.

A primeira impressão da cidade não foi muito estimulante. A cidade é pequena, tem cerca de 120.000 habitantes, mais de um terço da população do país inteiro. Bem pacata, como deveria ser uma cidade deste porte, só não mais pacata pelos turistas, que não são muitos, mas proporcionalmente fazem a diferença. O centro é bem arrumadinho, na beira do cais, mas fazia frio, e estávamos mortos. Então depois de algumas voltas pelo centro, resolvemos partir pra guesthouse. Deu tempo par visitar a igreja de concreto, a atração mais visitada da capital. Por fora achei bem sem graça, mas por dentro é bem legal.

Antes passamos no mercado, pois decidimos que iríamos comprar comida e cozinhar, para não irmos à falência comendo em restaurantes caros, ou ter que ficar comendo somente sanduíches. O Fabricio nos presenteou com sua técnica culinária, e eu e o Leo fizemos somente o possível : lavamos os pratos e as panelas. A guesthouse ficava em um lugar meio ermo, na beira do mar, parecia escolhida à dedo como cartão de visitas deste país.

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Centro de Reykjavik

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Não muito cheio, não é?

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Esta igreja de concreto é a maior atração de Reykjavik

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Posted by on July 31, 2017 in Iceland, Islândia

 

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