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Monthly Archives: November 2017

Chipre : uma ilha, dois países

Posso dizer que tivemos um dia super cansativo. Acordamos às 3 da matina, fomos devolver o carro alugado, depois fomos para o aeroporto de Reykjavik. Pegamos o voo da Wow às 6:20, companhia islandesa de baixo custo até Londres, onde esperamos por algumas horas até pegarmos o voo da EasyJet até Larnaca, no Chipre. Muitas horas de aeroporto, e muitas horas de voo. Afinal, saímos do norte do Atlântico, à 5 mil quilômetros em linha reta de distância, até o sudeste da Europa, no Chipre, à meros 100 quilômetros de distância da Síria.

Chegamos em Larnaca às 10:30 da noite, alugamos um carro e dirigimos até nosso hotel, que ficava no meio do nada. Não conseguimos nem ter noção de onde estávamos. Somente paramos em uma loja de conveniência no caminho para comprarmos alguma coisa para comer, antes de cairmos duros na cama e dormir o sono dos justos.

Acordamos cedo, tomamos café, e partimos. Primeiro descobrimos que estávamos fora de Larnaca. A primeira impressão foi de que estávamos na Grécia, pois a maioria das casas era branca, no mesmo estilo mediterrâneo. Seguimos rumo norte, passamos primeiro por Napa Beach. Um distraído poderia bem pensar que estava em uma praia da Florida, primeiro pelo céu azul, depois pela quantidade de bares, fast-foods, clubes, hotéis, mercadinhos, enfim, o paraíso na terra para a juventude. Pela quantidade de jovens e até adolescentes que estavam no nosso voo de Londres, ficou claríssimo qual era o destino daquela galera. O que lamento é que para eles, não importava o país para o qual eles estavam embarcando, apenas a diversão que teriam nos próximos 7 dias. Não se interessavam nem um pouco pela cultura e história do lugar.

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Rua principal de Napa Beach

E era esse o nosso interesse. Então seguimos para o norte, em direção à fronteira com o Chipre do Norte. E por quê Chipre do Norte? Agora um pouco de história básica deste enrosco.

Pela sua localização mais do que estratégica no meio do Mar Mediterrâneo, o Chipre foi invadido por vários povos durante séculos. Era um entreposto entre a Europa e o Oriente Médio. Em 1571 foi dominado pelo Império Otomano, por 300 anos, até que o domínio iniciou-se a ocupação britânica. Somente em 1925 passou a ser uma colônia britânica. Porém, mais forte do que os britânicos, eras as aspirações das comunidades gregas e turcas na ilha, cada qual querendo o domínio da ilha. O s gregos-cipriotas queriam que a ilha se unisse à Grécia, e os turcos-cipriotas queriam a divisão da ilha entre Grécia e Turquia.

Em 1959, através do Acordo de Londres, foi criada uma república bicomunal, com estatuto igualitário. Como os grego-cipriotas não gostaram nada desta decisão, os conflitos logo começaram, e as comunidades começaram a se deslocar dentro da ilha, com os grego-cipriotas indo pro sul, e os turco-cipriotas pro norte. Foi o caminho para mais confusão, que culminou com um golpe de estado impetrado pelos gregos em 1974. Com medo do que poderia acontecer com a comunidade turco-cipriota, o exército turco invadiu a ilha pelo norte, ocupando assim cerca de 37% da ilha, e que permanece assim até hoje.

Desde então, a ONU e a União Europeia já tentaram mediar e solucionar o conflito, mas nada conseguiram, principalmente pela oposição dos grego-cipriotas, que querem o domínio total da ilha. Pelo visto, tão cedo isso não vai acontecer. Quanto mais o tempo passa, menor fica a possibilidade de se juntarem. São culturas, idiomas, moedas, religiões, comidas diferentes. Isso fora a animosidade crescente. Não há qualquer clima de guerra, mas também não há qualquer chance de unificação. Só lamento pelos turco-cipriotas, que só são reconhecidos pela Turquia, e ficaram completamente isolados do resto do mundo. Isso tudo em pleno século XXI. O tempo só aumenta a diferença entre os lados, já que a grande maioria dos turistas, dos investimentos, enfim, da atenção do mundo vai para o lado grego, que afinal, é o Chipre oficial. Em uma ilha tão pequena, cruzar a fronteira significa sair da Europa e entrar no Oriente Médio. Simplesmente lamentável, do ponto de vista econômico, mas fascinante do ponto de vista turístico.

Famagusta era a primeira cidade logo após a fronteira, e é aonde iríamos passar a noite, mas neste dia tínhamos que ir até Zafer Burnu, que fica na ponta nordeste da ilha. São 100 quilômetros de estrada, também chamado de Cabo Apóstolo Andreas. Estava um super calor, e paramos para um mergulho no mar. Que delícia! Água morna, limpa e transparente.

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Parada na estrada e preparo para um banho de mar

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Banho de mar, para aplacar o calor

Depois da parada, passamos por umas pequenas aldeias, e depois adentramos um parque nacional, portanto não havia mais trânsito, nem casas, somente natureza. Mais algumas praias no caminho até que fomos recepcionados pelos burros que ficam perto do Cabo. Pelas fotos dá para ver que são super mansos, e estão acostumados com os carros. Não sei se eles têm este costume porque os turistas dão algo para eles comerem, mas não quisemos arriscar.

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Recepcionistas

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Porta voz local

Na chegada ao Cabo, as bandeiras da Turquia e do Chipre do Norte tremulavam. Aliás é assim em todo país, assim como no sul tremulam as bandeiras da Grécia e do Chipre, sempre lado à lado.

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Bandeiras turco-cipriota e turca

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Local mais ao nordeste do país, meros 100 quilômetros da Síria

Subimos um morro para termos a vista do Cabo. Claro que não dá pra ver a Síria, mas ela está muito perto. Havia uma meia dúzia de outros turistas somente. Pena, para um lugar tão bonito. Sem infra nenhuma, deveria haver algum bar, loja de souvenir, mas está abandonado.

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Volta para Famagusta

Na volta paramos para fotos, com um tempo desse, e com um lugar desse, dava vontade de parar sempre.

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Parada para foto, poucos turistas

Chegamos em Famagista no final da tarde. Era um antigo porto, e hoje é uma cidade pequena, com cerca de 40.000 habitantes, com uma muralha veneziana cercando o Centro antigo. No coração da cidade, uma igreja imponente, que foi convertida em mesquita depois da invasão dos otomanos, hoje chamada de Mesquita Kamisi.

Fomos para o nosso hostel, que ficava à uns 300 metros da mesquita. Fomos atendidos por um casal de velhinhos super simpáticos, bem acolhedores. Foi apenas o cartão de visita da hospitalidade turca. Nos receberam muito bem, e reservaram um restaurante ao lado da mesquita, onde fizemos o jantar mais especial da viagem. Muitos pratos típicos da culinária local e do oriente médio, coisa que eu adoro. Os outros 2 são vegetarianos, e não puderam apreciar o quebab gostosíssimo.

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Jantar de gala típico turco

Dia longo, mas bem proveitoso. Bela recepção do Chipre do Norte.

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Posted by on November 22, 2017 in Chipre, Cyprus, North Cyprus

 

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Resumo da Islândia

Bem, chegou a hora de fazer um resumo da viagem à Islândia. É difícil fazer um roteiro que dependa de hotéis e hostels, porque o tempo é muito instável. Por isso, desistimos de dar a volta completa no ring. Até teria dado tempo em uma semana, mas não sabíamos de antemão se perderíamos algum tempo durante o percurso, por conta de chuva e vento. Então ficava difícil reservar os hostels antecipadamente. Quem viaja em um motorhome leva essa vantagem, pois pode dormir em qualquer lugar. Só tivemos um dia onde o tempo fechou demais, e choveu bastante, sem visibilidade nenhuma. Mas esta chuva durou pouco mais de uma hora e não prejudicou em nada a viagem. Mas poderia ter durado o dia todo, e teríamos que ficar parados onde estávamos, ou perderíamos algumas atrações.

Então decidimos partir de Rejkjavik até o sudoeste, chegamos até a Geleira Vatnajokull, e voltamos. Depois visitamos o Golden Circle, perto de Reykjavik e por fim fomos até a Península de  Snæfellsnes, no oeste. Rodamos por cerca de 2.000 kms, pois só se vai de carro a todos esses lugares. Acho que este roteiro valeu à pena, pois não tivemos nenhum stress, e isso não tem preço. Fizemos de uma forma light, sem aquela correria tradicional, isto é, decidimos ver menos, mas ver melhor. Vimos lugares lindíssimos, a natureza da Islândia é ímpar. Muitas cachoeiras, geleiras, montanhas, vulcões, enfim, o que a Islândia tem de melhor. Perdemos os fiordes do norte, que de qualquer forma ficam fora do ring, e que são pouco visitados, pois requerem muito tempo.

Outra coisa : fomos no início do verão, alta estação na Islândia. Mesmo assim, não nos prejudicou em nada, não pegamos aglomerações em lugar algum. Alguns hostels estavam cheios, mas fora isso, bem sossegado.

A Islândia é considerada muito cara, mas não tivemos grandes custos. Alugamos um carro pequeno por uma semana, que foi mais do que o suficiente. Tudo bem que a gasolina é cara, e este foi o maior custo, e mesmo assim dividido por 3. Hostels são mais caros que na Europa continental, mas nada exorbitante. A solução da comida foi a ideal, comprando em supermercados, e contando com o Fabricio para cozinhar, o que valeu muito à pena, pelo preço e pela qualidade, já que ele cozinha bem, e comemos bem em todos os dias. A pior refeição foi a pizza em Reykjavik, quando não tínhamos cozinha no hostel. E o principal é que fora o Blue Lagoon, todas as outras atrações são de graça. Não se paga entrada em lugar nenhum, pelo menos onde fomos. No fim das contas, para quem programa bem, e não quer grandes luxos, a Islândia é bem acessível. Quanto mais agora que há bastante voos em companhias aéreas de baixo custo.

O tempo ajudou, não fez calor, mas choveu muito pouco. Fez um frio de 7 à 8 graus de noite, e quase 20 durante o dia, perfeitamente suportável. Não deu para um banho de mar, mas isso não fez falta.

O que lamento um pouco é que tivemos pouco contato com os locais, e assim não tivemos oportunidade de absorver mais da cultura islandesa. Deu para notar que o país é muito organizado, muito politizado, até porque recentemente passou pelo trauma da falência do sistema bancário. Mas já está se recuperando aos poucos.

Outra coisa que deu para concluir foi que a Islândia está se tornando uma grande atração turística internacional, um destino cada vez mais procurado. Há vários voos diretos das capitais europeias, algumas empresas aéreas de baixo custo, e vários voos diários para cidades americanas. Com as atrações do lugar, penso que esta atratividade só vai aumentar com o tempo.

Alguns dados recentes demonstram esta tendência :

  • até 2008, o sistema bancário era a principal atividade econômica do país, quando houve a grande crise
  • desde 2010, o número de turistas quase quadruplicou, tornando o turismo a principal atividade econômica da Islândia (em 2016 o crescimento do PIB foi de 7,2%)
  • em 2017, haverá cerca de 2,3 milhões de visitantes, 30% a mais do que em 2016
  • em julho e agosto, 20% das pessoas na ilha são turistas
  • estão começando a cobrar ingressos nos parques nacionais (não tivemos este problema)

Os islandeses estão começando a se incomodar demais com esse boom do turismo, já que os preços para eles estão subindo rapidamente (alimentação, moradia, etc). Além disso, o país é muito voltado para o turismo de natureza, sem a infra adequada. Desta forma, não há banheiros suficientes e acaba que os turistas usam a natureza como banheiro. Isso entre ouros problemas.

Enfim, um belíssimo destino para quem gosta de natureza e lugares diferentes. Recomendo fortemente. Só procurem usar o banheiro correto!

 
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Posted by on November 14, 2017 in Iceland, Islândia

 

Último dia e Blue Lagoon

Bem, começamos o dia voltando pro Centro de Reykjavik, já que dali iríamos voltar para o hostel onde dormimos na 1a noite, perto do aeroporto. De lá iríamos visitar a Blue Lagoon, no último horário, dormir acordar muito cedo e ir para o aeroporto.

Como havia escrito antes, o tempo na Islândia é muito incerto, e pode fazer você ficar preso em algum lugar por horas, ou até um dia inteiro. Por isso, quando planejamos a viagem, deixei uma folga em cada lugar, e quase que um dia extra no fim da viagem. Como não precisamos desta folga, e nem do dia extra, ali estávamos, com um dia inteiro livre. A ideia era também visitar o Blue Lagoon depois do almoço, mas por desconhecimento ou desleixo total, não tinha feito reserva até a véspera da viagem, quando o Fabrício me alertou que precisávamos reservar. Daí ele fez a reserva, e pegou as últimas vagas disponíveis, com entrada às 21:30. Acabou nos dando mais tempo livre ainda.

Bem, voltamos ao Centro, primeiro para buscar provar a tal carne podre de tubarão. A explicação abaixo eu peguei da Wikipedia, pois não conseguiria explicar melhor :

“O tubarão utilizado, o tubarão-da-groenlândia, é, em si, venenoso, quando se encontra fresco, produzindo efeitos semelhantes a uma embriaguez extrema, devido a uma concentração elevada de ácido úrico. Mas, pode ser consumido após cozedura em várias águas ou após ser enterrado para putrefacção durante vários meses, sendo exposto a vários ciclos de congelamento e descongelamento.

Possui um cheiro intenso de amoníaco, não muito diferente de muitos produtos de limpeza. É normalmente servido em cubos com um palito e consumido acompanhado por cálices da aguardente local, denominada brennivín. O consumo de hákarl é frequentemente associado a robustez e força.

Trata-se em parte de um alimento de gosto adquirido, que necessita de algum tempo para a habituação. Aconselha-se aos principiantes que tapem o nariz ao tentarem ingerir o primeiro pedaço, de forma a evitarem o surgimento de vómitos, devido ao odor intenso.

Pode possuir uma cor avermelhada ou branca. O hákarl, em especial a variedade vermelha, é considerado de digestão fácil para pessoas com úlceras.”

Bem, não preciso nem dizer que a foto abaixo foi tomada com esta iguaria dentro da minha boca, e eu fiz essa cara de quem está comendo e gostando, mas na verdade eu fingi muito bem, pois o troço fede muito e é muito ruim. Isso aconteceu em um mercado no Centro, onde havia barracas que vendiam de tudo, quase um mercado das pulgas.

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Provando um hákarl em Rejkjavik

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Mercado das pulgas

Depois de visitar o mercado, caminhamos pelo Centro, desta vez com um tempo surpreendentemente bom, céu azul, um domingo típico de verão islandês. Muitos turistas nas ruas, o que significa nada de aglomeração. Posso dizer que foi muito agradável. Passeamos, tiramos várias fotos, enfim curtimos o local pela última vez.

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Estátua bem diferente

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Até ela está animada com a chegada do verão

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Mapa da Islândia em 3D

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Casas típicas islandesas

Fomos ao porto, ver os barcos, e a vista. Havia muitos barcos de turistas que vão ver baleias, mas esse é um passeio que não faz meu gênero, pois enjoo muito.

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Porto de Reykjavik

Depois uma caminhada final, quando eu tive que provar o famoso hot-dog islandês, que na verdade não é tão especial assim.

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Tinha que provar também o famoso hot-dog

Fomos para o nosso hostel, descansamos, comemos e partimos para o Blue Lagoon.

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Entrada do Blue Lagoon

Desculpem a preguiça, mas aí vai a descrição do Blue Lagoon :

“Esta não é a única “piscina natural” de águas azuis leitosas de lama de sílica da Islândia, há algumas espalhadas pelo país, todas aquecidas por centrais geotérmicas. Mas os campos de lava que rodeiam a Blue Lagoon e as chaminés da central de Svartsengi fazem dela um sítio quase doutro planeta.

A Blue Lagoon é um Spa de alta qualidade e muito bonito, onde se podem fazer tratamentos que se devem reservar com alguns dias de antecedência. Quem estiver de viagem à Islândia, vai poder tomar banho nas águas, receber uma “massagem” nas costas da cascata, fazer banho turco ou sauna. Também há um bar mesmo dentro de água onde pode tomar uma bebida e é possível receber uma massagem (paga) duma massagista mais gentil do que a cascata.

A água aquecida é rica em algas azul-esverdeadas, sais minerais e lama de sílica muito fina e branca com que deve “pintar” a cara para ficar com a pele esfoliada e tão suave como o rabinho dum bebê.”

O local é bem turístico mesmo, mas muito bem organizado. Eu até achei que estaria mais cheio, pela dificuldade de reservar. Mas não estava muito cheio não. Como era verão na Islândia, e não escurecia até depois da meia-noite, deu pra aproveitar na luz do sol. mas depois de uma hora ou uma hora e meia, já estava visto e voltamos pro hostel para dormir um pouco, antes de partirmos da Islândia.

 

 

 
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Posted by on November 6, 2017 in Iceland, Islândia

 

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